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Por Renato Follador

O brasileiro não tem o hábito de poupar para conseguir um produto ou serviço. Ele tem o hábito de financiar.

O preço desse vício cultural tem nome: juros. Paga duas, três vezes o valor para ter a mesma coisa. O brasileiro não entende muito disso. Para ele 2%, 3% ao mês não representa nada.

Mal sabe ele que 3% ao mês em 5 anos representa absurdos 490%. Aliás, quem sabe bem disso são as financeiras que, ano a ano, batem recordes de lucros.

Pois uma forma boa de poupar é fazer um consórcio. Diferentemente da caderneta de poupança, cujo dinheiro pode ser sacado a qualquer hora, por trás de um consórcio sempre há um objetivo definido e um prazo máximo de poupança, e isso nos disciplina a guardar mensalmente um pouquinho de nossa renda.

A união do dinheiro dos consorciados, a poupança em grupo, permite que cada um tenha dinheiro para pagar, à vista, menos por algo que muito desejou.

Outra vantagem do consórcio é a taxa de administração baixa, cobrada só para o seu funcionamento e não com o objetivo de lucro.

Por fim, não há imposto, assim como na caderneta de poupança e na previdência privada na fase de acumulação.

No consórcio, a disponibilidade do dinheiro não é imediata, a não ser que você tenha a sorte de ser contemplado logo no primeiro mês. Mas a economia pode valer a espera!

Seja para comprar um carro, um imóvel, planejar a aposentadoria ou a faculdade em um plano de previdência privada, todos são bons se a instituição administradora for sólida e confiável.

Para quem estranhou a previdência privada no rol de consórcios, não se espante.

Previdência privada em fundo de pensão se assemelha a um consórcio, pois não tem finalidade lucrativa. Os investidores ou poupadores custeiam a administração, mas a rentabilidade do investimento dos recursos vai integralmente para a conta de cada consorciado.

O melhor exemplo disso é o Plano Cooperativo de Previdência, uma vez que a própria filosofia do cooperativismo já indica que os participantes do plano são pessoas que se reúnem com um objetivo comum, neste caso formar uma reserva financeira para o futuro.

Agora, não confundam com a previdência privada dos bancos, os PGBLs e VGBLs. Estes, por terem finalidade lucrativa, abocanham uma parte da rentabilidade do investimento dos recursos dos poupadores.

Olha, só há duas formas de um assalariado ficar bem de vida: poupar ou ganhar na loteria. A última não depende de nós e é rara.

Fonte: https://goo.gl/crV9ap

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